Em publicações anteriores, explicamos como os códigos QR funcionam e as vantagens que oferecem em novos sistemas de verificação. Um dos pontos a considerar em relação a essa ferramenta são os crimes cibernéticos aos quais os usuários podem estar expostos.
Cair em golpes móveis como smishing ou phishing agora é tão fácil quanto clicar em um link. O crime cibernético já é um problema na Indústria 4.0, aumentando as preocupações e tornando a segurança digital uma necessidade. Alguns dos dados que podem ser comprometidos e devem ser protegidos são confidenciais, como informações pessoais, softwares, compras, dados bancários online, sistemas de computador governamentais e até mesmo informações biométricas, como impressões digitais, reconhecimento facial, escaneamento de retina, escaneamento de íris, etc.
Empresas de segurança cibernética recomendam não confiar 100% nos códigos QR. Isso evita escanear códigos QR alterados que não redirecionam para o site pretendido e ser enviado para um site fraudulento. Também ajuda a prevenir o roubo de dados pessoais associados a contas e/ou aplicativos da web. Além disso, recomenda-se não escanear códigos cujo destino seja desconhecido ou que ofereçam grandes prêmios apenas por escanear. A pandemia global da COVID-19 também acelerou o uso de códigos QR. Como resultado, esse tipo de cibercrime está em ascensão. Registrou-se um aumento de 125% nesse tipo de crime, tornando-o um dos mais comuns depois do roubo.
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